Parece-me que hoje não foi o dia.
Foi fascinante, e lindo, consegui até não comer os cupcakes perfeitos do Magnólia! Mas cheguei a casa e não deu mais! Comi uma fatia do bolo de bolacha (o pior que temi estes tempos), e um chocolatinho suíço. Daqueles pequeninos! Eram 2, mas só comi um. O outro guardei e prometi oferecer a alguém especial.
A verdade é que cada vez mais há pessoas a unirem-se a esta luta contra o meu sucesso... E hoje conseguiram, mas amanhã não! Amanhã não vou comer porcarias! Nem no dia a seguir! Nem até à época de exames! (Salvo raras excepções, claro!)
Ps. Eu quero mas não quero. Quero a tua amizade, mas não tu, não o sofrimento. Não quero nada disso. Aprendi a virar-me, sabes? Hoje acordei e... Já não te amava mais. Já não te queria mais, não me eras mais, nunca mais...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O Inicio
Ja comecou um novo dia, e, tendo em conta que hoje em dia toda a gente faz o mesmo, acho que vou comecar a escrever aqui o meu desafio de 2011! Deixar de comer porcarias, e por porcarias entenda-se chocolates, gomas, pizzas, lasagna, McDonalds, etc, etc, etc.
E mesmo contra a vontade de tudo e todos, eu vou conseguir! Gente inutil, vou conseguir sim!
Por gente "inutil" entenda-se Bruno Martinho ou Sara Cabral... :P
Ontem nao deu para comercar, por razoes obvias, mas parece me que hoje vai ser o dia perfeito! Alguem me quer acompanhar nesta jornada longa e ardua?
Nada de cupcakes tambem...
Nem alcool...
Estou tramada! :X
E mesmo contra a vontade de tudo e todos, eu vou conseguir! Gente inutil, vou conseguir sim!
Por gente "inutil" entenda-se Bruno Martinho ou Sara Cabral... :P
Ontem nao deu para comercar, por razoes obvias, mas parece me que hoje vai ser o dia perfeito! Alguem me quer acompanhar nesta jornada longa e ardua?
Nada de cupcakes tambem...
Nem alcool...
Estou tramada! :X
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Vidas
Eu amo-te. E amo de verdade.
Mas tu passas todos os dias ao lado disso, quando me evitas.
Tu sabes, eu sei que sabes, e toda a gente sabe.
Mas sei também que me amas.
Mas não entendo porque foges. Porque achas que sou a única culpa.
Porque entendes que não há desculpa.
Mas eu amo-te.
E vou amar-te sempre, mesmo depois de tudo e de nada.
Porque é mais fácil esquecer quem passa na cabeça, mas é difícil apagar quem mora no coração.
Mas tu passas todos os dias ao lado disso, quando me evitas.
Tu sabes, eu sei que sabes, e toda a gente sabe.
Mas sei também que me amas.
Mas não entendo porque foges. Porque achas que sou a única culpa.
Porque entendes que não há desculpa.
Mas eu amo-te.
E vou amar-te sempre, mesmo depois de tudo e de nada.
Porque é mais fácil esquecer quem passa na cabeça, mas é difícil apagar quem mora no coração.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Caixinha de Surpresas
Mágoa.
É isso.
No meio de tudo, apenas nada.
Pedras preciosas, recheadas de ódio e mentira.
Adorei a maneira como me amaste. Afinal, como pudeste?
How could you...?
Era em ti que acreditava, era pelas tuas vitórias.
Por teres chegado a tudo!
Mas provaste que não vales muito. Não vales mais do que nada.
Chegou a hora de me fazeres mais uma peça do teu jogo inteligente.
Da tua perspicácia que eu tanto admirava.
Mostraste afinal, que sabes jogar mal.
Só me interrogo... Alguma vez estiveste em xeque, quando brincaste comigo? Ou conseguiste não tocar nos teus sentimentos vez alguma?
Eu amo-te... Mas não mereces! Nem o meu, nem o amor de ninguém.
Tenho pena... Muita pena! Não mereces mais que isso.
É isso.
No meio de tudo, apenas nada.
Pedras preciosas, recheadas de ódio e mentira.
Adorei a maneira como me amaste. Afinal, como pudeste?
How could you...?
Era em ti que acreditava, era pelas tuas vitórias.
Por teres chegado a tudo!
Mas provaste que não vales muito. Não vales mais do que nada.
Chegou a hora de me fazeres mais uma peça do teu jogo inteligente.
Da tua perspicácia que eu tanto admirava.
Mostraste afinal, que sabes jogar mal.
Só me interrogo... Alguma vez estiveste em xeque, quando brincaste comigo? Ou conseguiste não tocar nos teus sentimentos vez alguma?
Eu amo-te... Mas não mereces! Nem o meu, nem o amor de ninguém.
Tenho pena... Muita pena! Não mereces mais que isso.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
...
Só precisava de alguém que não se importasse de me ouvir e de me ver chorar. Pelos vistos está toda a gente ocupada. Mas agradeço do fundo do coração aos que me fazem rir, mesmo sem saber.
Perdi muitas coisas, e outras tantas deixei para trás, mas neste momento só precisava de um desejo. Só um. Grande, e impossível...
Perdi muitas coisas, e outras tantas deixei para trás, mas neste momento só precisava de um desejo. Só um. Grande, e impossível...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Era
Era uma vez.
Era uma vez uma vida cheia de nadas.
Era uma vez uma vida cheia de nadas e coisa nenhuma.
Era uma vez uma vida que depende de várias vidas. Vidas que ama, que sorriem, que riem. Vidas que choram e partilham. Vidas que não são mais que meras vidas, neste mundo cheio de vida e vitalidade, vidas que afinal de contas merecem ser vividas.
Era uma vez, uma vida. A minha. Cheia de gente alegre, de pessoas boas, de ombros amigos. Era uma vez a minha vida. Cheia de sonho, de amores, de esperanças, de cor e alegria. E era uma vez todos os que a conseguem destruir. Todos os que passam por mim e me beijam e abraçam, que me engolem e trespassam. Era uma vez todos esses que odeio. Por quem sinto o sentimento mais repugnante, que alguma vez na vida consiga descrever. Era uma vez, uma vida que joga vidas, e com elas vai vivendo dentro de um jogo, onde avança e recua peças, onde faz cheque-mate. Essa vida não é Deus, nem nunca será. Essa é apenas mais uma vida que destrói vidas, que as consome e não liberta. Mais uma entre outras vidas que criam sentimentos e roubam vida a outras vidas.
Era uma vez, uma vida perfeita. Perfeita em todos os sentidos. Perfeita em sonhos e em realidade. Cheia de verdade e amor. Cheia de amigos, de calor, de cor, de intensidade.
Era uma vez uma vida cheia e plena.
Era uma vez uma vida cheia de raiva. E era uma vez outra vida cheia de inveja e rancor. Cheia de mentiras, de interesse. Era uma vez gente que não sabe o que é, não sabe o que sente, não sabe o que quer, não sabe o que diz. E era uma vez essa mesma gente destruir tudo o que tenho. Era uma vez essa gente tentar. Era uma vez. Uma. Uma única e singela vez. Uma única e pequena tentativa.
Era uma vez, alguém que dizia que Deus escreve direito por linhas tortas, e era uma vez esse Deus tornar direitas as palavras, nas linhas que teimam em entortar. Era só uma vez, em que todos havemos de comer as nozes para as quais não temos dentes.
E era só uma vez, só mais uma, e apenas uma, uma vez que todos os erros se vão cometer, e todas as desculpas serão perdoadas. Só uma vez. Só mais uma vez, essa vez que era uma.
Era uma vez uma vida cheia de nadas.
Era uma vez uma vida cheia de nadas e coisa nenhuma.
Era uma vez uma vida que depende de várias vidas. Vidas que ama, que sorriem, que riem. Vidas que choram e partilham. Vidas que não são mais que meras vidas, neste mundo cheio de vida e vitalidade, vidas que afinal de contas merecem ser vividas.
Era uma vez, uma vida. A minha. Cheia de gente alegre, de pessoas boas, de ombros amigos. Era uma vez a minha vida. Cheia de sonho, de amores, de esperanças, de cor e alegria. E era uma vez todos os que a conseguem destruir. Todos os que passam por mim e me beijam e abraçam, que me engolem e trespassam. Era uma vez todos esses que odeio. Por quem sinto o sentimento mais repugnante, que alguma vez na vida consiga descrever. Era uma vez, uma vida que joga vidas, e com elas vai vivendo dentro de um jogo, onde avança e recua peças, onde faz cheque-mate. Essa vida não é Deus, nem nunca será. Essa é apenas mais uma vida que destrói vidas, que as consome e não liberta. Mais uma entre outras vidas que criam sentimentos e roubam vida a outras vidas.
Era uma vez, uma vida perfeita. Perfeita em todos os sentidos. Perfeita em sonhos e em realidade. Cheia de verdade e amor. Cheia de amigos, de calor, de cor, de intensidade.
Era uma vez uma vida cheia e plena.
Era uma vez uma vida cheia de raiva. E era uma vez outra vida cheia de inveja e rancor. Cheia de mentiras, de interesse. Era uma vez gente que não sabe o que é, não sabe o que sente, não sabe o que quer, não sabe o que diz. E era uma vez essa mesma gente destruir tudo o que tenho. Era uma vez essa gente tentar. Era uma vez. Uma. Uma única e singela vez. Uma única e pequena tentativa.
Era uma vez, alguém que dizia que Deus escreve direito por linhas tortas, e era uma vez esse Deus tornar direitas as palavras, nas linhas que teimam em entortar. Era só uma vez, em que todos havemos de comer as nozes para as quais não temos dentes.
E era só uma vez, só mais uma, e apenas uma, uma vez que todos os erros se vão cometer, e todas as desculpas serão perdoadas. Só uma vez. Só mais uma vez, essa vez que era uma.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Ilusões
Cansada de sonhos, de me agarrar a eles e ser feliz. Cansada de ilusões, promessas e desejos. Cansada do que se diz, e do que nunca se chega a fazer, a realizar. Que se deixa por fazer, por ser feliz. Não vale apena esperar mais pela felicidade, que ela só bate à porta uma vez, e é melhor abrirmos. Parece-me que entretanto a mandei embora. Que a convidei a sair, num acto sádico. Vamos lá algum dia entender o que os humanos querem? Como se sentem felizes? Estou mesmo sem vontade de acreditar em ilusões, de ficar feliz por elas... De felizmente me enganar por enganos infelizes...
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